Emanuel Carneiro

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Um ano para refletir

O fato positivo que aconteceu nos últimos anos no Brasil é que agora temos calendário, dia de começar e terminar as competições.

02/01/2020 às 11:51

Vamos tentar explicar o que nos espera 2020 em matéria de futebol, a nossa paixão.

O tiro de meta é dado no dia 21 de janeiro com o Atlético abrindo o Campeonato Regional em Uberlândia e o término no dia 26 de abril.

Nesse meio tempo entra a milionária Copa do Brasil com jogos até dia 16 de setembro. A Libertadores, festa da qual fomos barrados, vai de 5 de fevereiro a 21 de novembro. E a Sul-Americana começa no mesmo dia 9 de fevereiro e aponta o campeão em 7 de novembro. Nessa tem o Galo.

O Campeonato Brasileiro da série A começa suas 38 rodadas no dia 3 de maio e acaba no dia 6, primeiro domingo de dezembro.

Temos a Olimpíada de Tóquio com o Brasil ainda lutando por vaga e, com novo modelo, a Copa América de 12 de junho a 12 de julho dividida entre Argentina e Colômbia. Um mês inteiro da mais antiga e tradicional competição Sul-Americana.

A série B, abrangendo Cruzeiro e América rola de 2 de maio a 28 de novembro.

O fato positivo que aconteceu nos últimos anos no Brasil é que agora temos calendário, dia de começar e terminar as competições. A isso devemos uma grande parte à TV Globo que organizou o caos de datas que existia.

Há um sopro de melhoria nas nossas instituições. A época das loucuras parece que está passando. Os clubes se voltam com mais responsabilidade para suas finanças, obrigados a pagar contas queiram ou não, e chegando os salários de jogadores e técnicos num patamar permitido pelos recursos vindos das várias fontes de receita.

Talvez o caminho seja o clube-empresa e nesse ponto o Botafogo já deu o primeiro passo. O futebol europeu criou um oceano, de competência e gestão em relação a nós, brasileiros e sul-americanos.

Os clubes e jogadores que atuam na Europa são hoje tão familiares quanto os brasileiros.

Vender, vender, vender talvez não seja a única forma de administrar.

Vale a pena tentar outros caminhos. Um deles usando a velha máxima da economia: não se deve gastar mais do que se arrecada.

Foto: Bruno Haddad/Cruzeiro

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