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Brasiliense, Santo André, Grêmio Prudente, Raja, Wilstermann e Afogados: Galo acumula eliminações inacreditáveis

Por Fábio Rocha, 27/02/2020 às 00:37
atualizado em: 27/02/2020 às 13:52

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Foto: Bruno Cantini/Atlético
Bruno Cantini/Atlético

A eliminação nos pênaltis para o desconhecido Afogados da Ingazeira, de Pernambuco, nesta quarta-feira, pela segunda fase da Copa do Brasil, foi o maior vexame da história do Atlético? Muitos torcedores alvinegros começam a fazer essa pergunta diante de outras derrotas inacreditáveis que o clube acumulou neste século.

Em outras duas ocasiões, o Atlético foi eliminado na segunda fase da Copa do Brasil. Em 2004, o Galo perdeu para o Santo André. Após ser derrotado por 3 a 0 no jogo de ida, no interior paulista, o time venceu por 2 a 0, no Mineirão, e saiu do torneio. Em 2011, o algoz atleticano foi o Grêmio Prudente. Derrota no primeiro jogo por 2 a 1, em Presidente Prudente, e empate sem gols na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas, tiraram o clube novamente da competição de forma precoce.

Em 2001, o Atlético foi surpreendido pelo Brasiliense nas semifinais da Copa do Brasil. No duelo de ida, em Taguatinga-DF, a equipe alvinegra perdeu por 3 a 0. Na volta, no Mineirão, outra derrota: 2 a 1.

No Mundial de Clubes da Fifa de 2013, o Atlético perdeu por 3 a 1 para o Raja Casablanca, do Marrocos, e se tornou o segundo clube brasileiro na história a cair nas semifinais do torneio.

Na Copa Libertadores de 2017, o Atlético enfrentou o Jorge Wilstermann, nas oitavas de final, e ficou pelo caminho após perder na Bolívia por 1 a 0 e não sair do 0 a 0 no Mineirão. Com o resultado, o Galo foi o primeiro time brasileiro eliminado por boliviano em mata-matas.

O vexame do Atlético mais recente até então era o da semana passada, quando o time foi eliminado na primeira fase da Copa Sul-Americana pelo modesto Unión Santa Fe, que na ocasião ocupava a 17ª posição no Campeonato Argentino.

Com a derrota para o Afogados da Ingazeira, o Atlético deixa de faturar R$ 1,5 milhão pela classificação à terceira fase da Copa do Brasil. Agora, o Galo terá pela frente apenas as disputas do Campeonato Mineiro e do Brasileirão no restante da temporada 2020.

Histórico 

O Atlético acumula eliminações surpreendentes também nas primeiras edições da Copa do Brasil, quando virou ‘freguês’ do Goiás e do Criciúma, com quatro quedas seguidas. Na época, torcedores rivais criaram até uma música para zoar o alvinegro: “1,2,3... Criciúma outra vez”.  

Relembre as eliminações do Atlético na Copa do Brasil 

1989 – Goiás (quartas)
1990 – Goiás (quartas)
1991 - Criciúma (oitavas)
1992 - Criciúma (oitavas)
1993 - Não disputou    
1994 – Vasco (quartas)
1995 - Vasco (quartas)
1996 – Palmeiras (oitavas)
1997 – Corinthians (oitavas)
1998 – Paraná  (oitavas)
1999 – Bahia (2ª fase)
2000 - São Paulo (semifinal)
2001 - Goiás (2ª fase)
2002 - Brasiliense (semifinal)
2003 - Sport Recife (quartas)
2004 - Santo André (2ª fase)
2005 – Ceará (quartas)
2006 - Flamengo (quartas)
2007- Botafogo     (quartas)
2008 - Botafogo ( quartas)
2009 - Vitória (oitavas)
2010 - Santos   (quartas)
2011 - Grêmio Prudente (2ª fase)
2012 - Goiás (oitavas)
2013 - Botafogo (oitavas)
2014 - Campeão (final)
2015 - Figueirense ( oitavas)
2016 - Grêmio (final)
2017 - Botafogo (quartas)
2018 - Chapecoense (oitavas)
2019 - Cruzeiro (quartas)
2020 - Afogados-PE (2ª fase)
 

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