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Goleada atleticana no jogo das faixas pelo bi estadual de 1989

Por Alexandre Simões, 09/07/2020 às 13:23
atualizado em: 09/07/2020 às 14:00

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Foto: Centro Atleticano de Memória
Centro Atleticano de Memória

Atlético e Cruzeiro entraram em campo pela manhã, num domingo, pela última rodada do octogonal decisivo do Campeonato Mineiro, porque à tarde a Seleção Brasileira decidia sua sorte no Grupo A da Copa América, que teve o Brasil como sede, encarando o Paraguai, no Estádio do Arruda, em Recife.

O Atlético tinha sido campeão por antecipação, quatro dias antes, vencendo o Democrata-SL, em Sete Lagoas. Mesmo assim, o time comandado por Jair Pereira não colocou o pé no freio. Muito pelo contrário.

Aproveitou a falta de concentração do Cruzeiro e aplicou uma goleada por 3 a 0, sendo que este jogo ficou marcado pelo fato de Renato Frederico ter marcado um dos gols alvinegros deitado na área cruzeirense.

A FICHA DO JOGO

ATLÉTICO 3
Rômulo; Zanata, Batista, Tobias e Paulo Roberto Prestes (Carlão); Éder Lopes, Marquinhos e Renato Frederico (Moacir); Robertinho, Gérson e Éder. Técnico: Jair Pereira
CRUZEIRO 0
Pereira; Balu, Gilson Jáder, Adilson e Genilson (Gilson); Ademir, Paulo Isidoro e Heriberto; Betinho, Hamilton e Edson. Técnico: Ênio Andrade
DATA: 9 de julho de 1989
LOCAL: Mineirão
MOTIVO: Campeonato Mineiro
GOLS: Renato Frederico, aos 41, e Robertinho, aos 44 minutos do primeiro tempo; Renato Frederico, aos 9 minutos do segundo tempo
ARBITRAGEM: Marcio Rezende de Freitas, auxiliado por José Gregório e Luiz Gonzaga
CARTÃO AMARELO: Batista, Marquinhos e Rômulo (Atlético); Genilson (Cruzeiro)
PÚBLICO: 13.618
RENDA: NCz$ 37.342

MAIS HISTÓRIA
JOGO
: Por um Torneio Quadrangular, que teve ainda as participações de América, que foi o campeão, e Villa Nova, os dois rivais se enfrentam na Alameda, pela segunda rodada.

Na primeira rodada, o Cruzeiro venceu o Villa Nova por 5 a 3, e Atlético e América empataram por 2 a 2. E neste clássico de 9 de julho, a Raposa chegou a abrir 2 a 0, o significaria manter a liderança do torneio, mas acabou permitindo o empate alvinegro.

A FICHA DO JOGO

ATLÉTICO 2
Lourinho; Afonso e Osvaldo; Cléver, Zé do Monte (Geraldino) e Tam. Gibi, Gastão, Joãozinho, Ubaldo Miranda e Amorim. Técnico: Amrtim Francisco
CRUZEIRO 2
Geraldo II; Válter e Mussi; Juca, Lazzarotti e Dirceu; Raimundinho, Lésio, Áureo, Ismael (Edinho depois Torres) e Sabú. Técnico: Colombo
DATA: 9 de julho de 1953
LOCAL: Alameda
MOTIVO: Amistoso
GOLS: Lésio, aos 4, e Geraldino (contra), aos 27 minutos do primeiro tempo; Joãozinho, aos 15, e Ubaldo Miranda, aos 20 minutos do segundo tempo
ARBITRAGEM: Geraldo Fernandes
RENDA: Cr$ 75.735

OUTRO JOGO: Durante a disputa do enorme Campeonato Mineiro de 1947, que foi de abril e novembro daquele ano, os dois rivais chegaram a disputar três amistosos, dois deles seguidos, com cada um sendo mandante num intervalo de apenas quatro dias.

O primeiro desses amistosos foi no Estádio Antônio Carlos, em Lourdes, e terminou empatado por 1 a 1, com Orlando Fantoni decretando a igualdade já na reta final da partida.

A FICHA DO JOGO

ATLÉTICO 1
Orlando; Murilo e Oldack; Afonso, Zé do Monte e Carango; Lucas Miranda (Tião), Carlaile, Mário de Sousa (Mauro), Lêro e Nívio. Técnico: Félix Magno
CRUZEIRO 1
Sinval; Duque e Bituca; Adelino (Jorge), Jambo e Bibi (Ceci); Nonô, Orlando Fantoni, Abelardo (Laerte), Alvinho e Sabú (Milton). Técnico: Bengala
DATA: 9 de julho de 1947
LOCAL: Estádio Antônio Carlos (Lourdes)
MOTIVO: Amistoso
GOLS: Lêro, aos 33 minutos do primeiro tempo; Orlando Fantoni, aos 35 minutos do segundo tempo
ARBITRAGEM: Chico Trindade
RENDA: Cr$ 21.814

NASCIMENTO: Em Três Corações (MG), em 1920, nasce João Nogueira Júnior, o Nogueirinha, ídolo cruzeirense, campeão mineiro pelo clube como Palestra Itália e Cruzeiro.

Em 1940, sua primeira taça, ainda nos tempos do Palestra Itália, foi numa decisão direta contra o Atlético.
Depois da mudança de nome do clube, ele foi tricampeão em 1943, 1944 e 1945.

NASCIMENTO: Em Ribeirão Preto (SP), em 1981, nasce Tadeu de Jesus Nogueira Júnior, o goleiro Juninho, que defendeu Cruzeiro e Atlético e entrou para a história do clássico por ter defendido o gol alvinegro nas duas partidas em que os cruzeirenses golearam por 5 a 0, na ida das finais do Campeonato Mineiro de 2008 e 2009.

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